quarta-feira, 16 de maio de 2012

INDIFERENÇA

 

 

Ebenézer Anselmo

Como machuca a indiferença das pessoas. Como dói perceber o desprezo que acompanha uma atitude de indiferença: é como se a pessoa estivesse nos dizendo que não está nem aí por nós. O melhor meio de sentir a força desta palavra  é definir o que ela  significa. Vejamos o que diz o Aurélio: "desdém, desprezo, desconsideração, apatia, insensibilidade". É a maneira mais sutil e educada de se desprezar alguém.

É muito difícil sentir indiferença quando amamos, respeitamos ou consideramos alguém. Este sentimento só se manifesta quando não nutrimos nenhum sentimento mais nobre pela pessoa, ou seja, quando lidamos com um desconhecido ou por quem nutrimos certa antipatia ou antagonismo. Até mesmo por uma pessoa estranha, que nunca vimos, podemos não ser indiferentes por educação, solidariedade e/ou humanismo.

O Cristianismo, por exemplo, ensina ao homem o exercício do amor, da misericórdia, da bondade, e diz mais: "Qual a vantagem de amarmos os nossos filhos e parentes? Até o mais cruel assassino ama os seus filhos e sua família". Portanto, o desprezo, a indiferença, não tem lugar no coração de um Cristão, de uma pessoa de bem, mesmo quando nos referimos aos desconhecidos.

Saber estabelecer na própria vida bons relacionamentos, preocupar-se com conhecidos e amigos como se fossem mais do que isso, como se fossem irmãos carnais, é atitude adulta e cristã da qual jamais nos arrependeremos. Como ensinou Jesus, somos verdadeiramente irmãos, filhos do mesmo Pai, do mesmo Deus.

Todavia, neste mundo em que vivemos, os interesses de quase todos são estritamente pessoais, egoístas, no qual mais vale o que possuímos do que o que somos. Mais vale as coisas materiais do que as espirituais.

A indiferença se manifesta tão intensamente no dia a dia das pessoas, que provoca atritos, reações negativas de todo o tipo, além de ressentimentos que o tempo custa a apagar. Você pode esquecer uma agressão física ou verbal, uma mentira, uma impontualidade, e até uma traição, mas você não esquecerá jamais um ato de indiferença, um desprezo, principalmente, quando este ato partiu de uma pessoa muito próxima ou amada. A indiferença de alguém que gostamos, admiramos ou amamos nos marca profundamente.

Do mesmo modo a consideração e a solidariedade para com as pessoas, principalmente, por aquelas que desconhecemos ou não temos nenhum parentesco ou vínculo de amizade, não só marca profundamente um relacionamento, como também dá origem às mais sinceras amizades. Cria a mais autêntica consideração, pelo fato de que surge de uma pessoa que não tem a menor obrigação de ser gentil, prestativa ou amiga. Não se trata de um parente, um amigo ou conhecido, mas, de alguém que desconhecemos, e que, por solidariedade humana, educação, ou seja lá por que motivo for,  se movimentou e agiu com amor e consideração.  

O fator que mais acentua a presença desta deficiência nas pessoas é a falta de amor e a convicção de que, de um modo ou de outro, a pessoa desprezada é inferior e não merece a sua consideração. É mais fraca, ou é mais despreparada, ou é menos inteligente, ou é mais feia, ou menos experiente, ou menos rica e por aí vai. Ou seja, não há um indiferente sequer que não considere a sua vítima inferior a ele, neste ou naquele sentido. Sua capacidade de julgamento é avariada pelo seu próprio egocentrismo, que lhe diz: se sou superior, ele é inferior.

Por tudo isso o indiferente não consegue ver o sofrimento alheio, nem tampouco duvida da sua própria falsa superioridade e nem desconfia da sua falta de solidariedade e nem da sua falta de consideração. No relacionamento com pessoas que considera do seu nível, ou seja, inteligentes ou bonitas, ou preparadas, ou tão ricas como ele, ou tão bem posicionadas socialmente como ele, consegue não ser indiferente e manter um bom relacionamento e fazer amigos.

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Obrigado Senhor por me amar, por te amar!

 

Amar porque não te ama

Te adorar por quem não te adora

Você reconhece um cego pelo jeito de se movimentar

É preciso às vezes tirar a capa. Foi a primeira coisa que o cego fez. A capa era a segurança para o cego

Diz o Senhor para mim.

“O que você quer que eu faça na sua vida?”

Eu digo – Senhor me cure!

Cure do espinho que está na minha carne – Tu sabes

Me dê sabedoria

Inteligência

Ajude-me a enxergar os enganos

domingo, 6 de maio de 2012

Deus fez Maria

Deus juntou todas as Graças e fez Maria, minha homenagem a minhã mãe e protetora, que rege, governa ilumina, a minha consagração é a Maria.

OBRIGADO PADRE RUFUS

Quinta-Feira, 03 de maio 2012, 21h51
Muito obrigado, querido padre Rufus!

Muitas vezes os acontecimentos nos pegam de surpresa e parecem querer nos tirar a paz. São eventos que não esperávamos, com os quais não contávamos, e que nos custa um pouco de tempo para os assimilar e para buscar em Deus a luz para o entendimento e aceitação. Isso acontece especialmente quando um ente querido nos deixa e parte para a casa do Pai.
O nosso querido padre Rufus Pereira, tão amado, tão entrosado com a vida da Canção Nova e consequentemente com a vida de todos da nossa grande família, nos deixou, e agora vive junto do seu amado Jesus, intercedendo por nós.

"Só nos resta uma expressão, do profundo do nosso coração:Obrigado, padre Rufus!"

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Se alguém desejasse resumir a vida e o ministério do padre Rufus teria obrigatoriamente que usar sua citação bíblica preferida, objeto do seu doutorado em Sagrada Escritura: Jo 3,16: “De tal modo Deus amou o mundo que enviou seu Filho único para o salvar”.
Se alguém desejasse definir quem foi o padre Rufus, certamente teria que dizer em alto e bom som: "Eis um homem que cumpriu, com alegria e incansavelmente, a sua missão de anunciar o Evangelho aos quatro cantos do mundo".
A Canção Nova aprendeu com o padre Rufus que a essência da nossa vida e do nosso ministério é anunciar Jesus, pregar o seu Evangelho, estar disposto sempre, como o Bom Pastor, a cuidar das suas ovelhas mais necessitadas, mais feridas pelo mal. Sua dedicação e coragem foram instrumentos para que milhares - ou milhões - de pessoas fossem tocadas pelo amor de Deus e libertas da escravidão do mal, das ciladas do inimigo de Deus.
A Canção Nova se sente alegre e gratificada por ter sido um canal para que essa graça atingisse tanta gente. Louvamos a Deus pela sua vida e por toda a obra que ele realizou pelo mundo afora.
Só nos resta uma expressão, do profundo do nosso coração:
Obrigado, padre Rufus!
Monsenhor Jonas, Luzia e Eto

Senhor guia-me como a um cego

 

cego 2

Jesus pegou o cego pela mão e cuspiu nos olhos dele.

O cego ficou curado, enxergou tudo claramente, porém, Ele disse “não entre no povoado”;

Jesus pegou o cego pela mão

cuspiu nos olhos dele

Genesis – Deus fez o homem de barro e soprou o hálito da vida

Jesus cospe – É uma nova criação

JESUS CONDUZ OS QUE ESTÃO NA CEGUEIRA

Jesus leva para fora do povoado – Jesus cospe nos olhos para que enxergue por completo – toma pela mão;

JESUS QUER O MEU OLHAR LIMPO

JESUS ME CONDUZ

Senhor,

Faz-me enxergar as coisas, as situações como são, não deixe eu ver as coisas pela minha ótica, mas pela tua ótica.

Faça-me ver como é…tira a malícia, tira o mal dos meus olhos, do meu falar;

Dá-me nitidez!

Preciso ser conduzida como o cego foi.

cego

Arrogância

A arrogância Se existe uma coisa que deixa o meu coração doído, entristecido é quando encontro, quando vejo, quando conheço, quando convivo...